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Qual a quantidade de proteína que devo ingerir?

A proteína é conhecida por ajudar na construção de massa magra e na redução do porcentual de gorduras, se tornando uma grande aliada de quem busca uma vida saudável. ⠀⠀⠀

A ingestão diária recomendada é de 0,8 gramas por quilograma de peso corporal, isso equivale a cerca de 10% das calorias diárias. Para obter sua ingestão diária recomendada, multiplique o seu peso (em quilos) pelo número 0,8.

Exemplo: ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

60kg x 0,8 = 48 gramas de proteínas ⠀⠀

 Já se você é MUITO ATIVO a necessidade de proteína aumenta. Se você fizer pelo menos 35 a 40 minutos de exercício moderado de quatro a cinco dias por semana, multiplique o seu peso corporal por 1,2 ou 2. O resultado é a quantidade ideal que você deve consumir por dia. A proteína, nesse caso, vai ajudar a reconstruir o tecido muscular, especialmente se você faz exercícios de alta intensidade.
E consumir muita proteína pode fazer mal para saúde?
A resposta é SIM . O consumo exagerado de proteínas pode desequilibrar o metabolismo e, por fim, estimular a produção de toxinas.
 Uma das consequências do consumo exagerado pode ser a liberação de cortisol, o que acaba prejudicando a síntese proteica. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

O que isso significa?

Seu músculo vai PARAR de crescer. Sem contar que você pode ter acúmulo de gordura abdominal.

Mas atenção!

Deve- se considerar também o aumento da ingestão de proteína a doenças prévias como: problemas renais, hepáticos e hipertensão. Nestes casos a dose deve ser ajustada a necessidade de cada pessoa com a ajuda de um profissional nutricionista.

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Os benefícios dos temperos para a saúde

Já conhece os benefícios dos temperos para a saúde. Opções saudáveis para uma dieta rica e equilibrada!

Hortelã: analgésico e calmante natural;
Salsa: rico em ferro;
Manjericão: digestivo;
Tomilho: expectorante e anti-bacteriano;
Urucum: anti-inflamatório gastrointestinal, com excelente ação digestiva e antioxidante;
Coentro: estimulante e cicatrizante;
Alecrim: digestivo e antiviral e antiestresse;
Orégano: ação antifúngica, além de ser um ótimo antioxidante e antimicrobiano;
Cebolinha: hipertensor;
Louro: anti-flamatório;
Zimbro: recuperação de tecidos musculares, purificação de tecido sanguíneo, fortifica o tecido ósseo e melhora o sistema respiratório;
Pimenta caiena: ação termogênica;
Cominho: melhora a digestão;
Pimenta-do-reino: analgésico e estimulante;
Páprica: antioxidante, função estimulante, antisséptica e anti-gases;
Canela: combate problemas respiratórios, tem ação anti-gases e ação hipoglicemiante;
Cravo: ação antifúngica, analgésico e antisséptico;
Noz-moscada: digestivo, diurético e um excelente anti-inflamatório gastrointestinal, mal hálito, ajuda a desintoxicar o fígado e os rins, melhora a circulação, alivia as dores da cólica menstrual;
Grão de mostarda: analgésica, estimulante e com grande potencial anti-inflamatório;
Gengibre: sistema digestivo, além de ser analgésico, anti-inflamatório e um grande aliado do sistema imunológico.

Dicas de uso:

Inclua os temperos e especiarias listados acima na produção de alimentos como arroz, feijão, legumes e carnes. Você pode, ainda, salpicá-los em saladas ou frutas ou sucos durante todas as refeições do seu dia e não apenas em refeições pré e pós-treino.

A maioria dos temperos e especiarias são condimentos muito versáteis, podendo ser usados em uma série de receitas salgadas e doces.

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Os perigos da gordura visceral?

Sabe aquela indesejada saliência na região abdominal que carinhosamente apelidamos de “barriga de chopp”? Ela não deve ser tratada de forma tão banal. Na verdade, ela pode ser um sinal de alerta. Continue fazendo a leitura e descubra os perigos da gordura visceral e como se livrar desse mal.

O que é gordura visceral?

Basicamente, é o excesso de gordura que fica localizada em regiões mais profundas da pele. Ela fica acumulada abaixo da gordura abdominal e se situa em volta dos órgãos vitais como: fígado, intestino, coração, estômago, rins, pâncreas, etc.
É exatamente esta localização, perto de órgãos tão importantes, que a torna tão perigosa para a saúde.

Quais os riscos da gordura visceral?

A gordura visceral é responsável por proteger os órgãos do aparelho digestivo, no entanto, quando há um excesso, ela se torna prejudicial.
Esse acúmulo pode ocasionar um desequilíbrio metabólico, inflamatório, hemodinâmico e hormonal, desencadeando o surgimento de doenças, como:

  • Hipertensão;
  • Diabetes;
  • Doenças coronárias;
  • Demência;
  • Doenças metabólicas e ósseas;
  • Colesterol alto;
  • Infarto;
  • Derrame;
  • Depressão;
  • Câncer;
  • Disfunção sexual;
  • Distúrbios do sono;
  • Entre outras.

Se você ficou assustado com os riscos que a gordura visceral pode trazer para a sua vida, faça o seguinte:

Pegue uma fita métrica e meça a circunferência da sua região abdominal. O tamanho ideal para os homens é de até 94 cm e, para as mulheres, até 80 cm. Se as medidas foram maiores, é hora de procurar um médico.

 

Você pode consultar um clínico. Possivelmente ele fará um exame físico e solicitará alguns exames complementares. A partir dos resultados, será possível lhe dar orientações mais específicas, o que inclui, se for o caso, o encaminhamento a outras especialidades médicas.

Como eliminar a gordura visceral?

Algumas pessoas optam pela lipoaspiração, crendo que isso resolverá o problema, o que não ocorrerá.
Isso porque a lipoaspiração é útil para retirar a gordura abdominal, aquela que fica mais em cima. No caso da gordura visceral, você pode até fazer o procedimento, mas será em vão se não houver uma mudança de hábitos.
Para que de fato o problema se resolva, são fundamentais a adoção de uma dieta saudável e a prática de exercícios físicos. Os alimentos que ajudarão a eliminar esse mal são muitos e os mais recomendados são os termogênicos. Conheça alguns deles:

  • Canela;
  • Café;
  • Pimenta;
  • Chá verde;
  • Gengibre;
  • Chá de hibisco;
  • Entre outros.

Uma dieta pobre em açúcar e gordura e rica em legumes, grãos, verduras, fibras e frutas pouco açucaradas é uma ótima opção.
Manter uma alimentação saudável e equilibrada, praticar exercícios físicos, fazer uma boa ingestão de líquidos e ter um acompanhamento médico de rotina são fundamentais para a eliminação da gordura visceral.

E aí? Já fez o teste da fita métrica hoje? A Clínica Peso Menor oferece um tratamento exclusivo para tratar a Gordura Visceral, entre em contato conosco!

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Diabetes x Obesidade: O que a obesidade influencia na diabetes?

Você sabia que a diabetes afeta mais de 350 milhões de pessoas ao redor do mundo? Sabia que a obesidade é considerada uma epidemia global, atingindo mais de 700 milhões de pessoas no planeta? São o que dizem as estatísticas da OMS (Organização Mundial da Saúde).

Só no Brasil, existem mais de 70 milhões de pessoas obesas ou com sobrepeso, segundo a SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia). São dados assustadores, não é? Uma questão de saúde pública mundial.

O debate sobre a relação entre diabetes e obesidade não é novo, mas ainda gera polêmica. A verdade é que existe sim uma conexão entre os dois problemas. Por isso é importante compreender todos os aspectos para pensar em soluções.

Antes de explicarmos melhor essa relação, precisamos deixar claro o que é diabetes e o que é a obesidade. Com certeza, será possível ir notando as ligações de acordo com a explicação de cada uma. Confira tudo a seguir.

 

O que é diabetes?

Diabetes ocorre quando o organismo fica incapacitado de produzir insulina o suficiente para lidar com a quantidade de açúcar e levá-lo às células, o que causa a hiperglicemia (excesso de açúcar no sangue).

A diabetes tipo 1 acontece quando o sistema de defesa do corpo ataca as células pancreáticas responsáveis por produzir a insulina. Por outro lado, o tipo 2 é gerado de acordo com hábitos, pois ocorre a partir da ingestão excessiva de carboidratos refinados e de doces.

No tipo 2, o corpo cria uma resistência à insulina ou não consegue gerar a quantidade necessária porque a situação do açúcar no sangue está descontrolada.

 

O que é obesidade?

A obesidade é uma doença crônica que ocorre quando a pessoa possui um acúmulo de gordura corporal excessivo. Ela é diagnosticada a partir do cálculo do IMC (Índice de Massa Corpórea): se ele for igual ou maior do que 30 é porque o indivíduo está obeso.

A obesidade pode ser causada por uma tendência genética a engordar, pelo consumo exagerado de alimentos gordurosos e calóricos, por problemas hormonais ou pelo sedentarismo. Ela é capaz de gerar diversas doenças, como a hipertensão e a depressão.

 

Afinal, em que a obesidade influencia na diabetes?

Depois de saber como a diabetes (em particular, o tipo 2) atua no organismo, é mais fácil entender o que o excesso de peso tem a ver com ela, não é mesmo?

Pessoas obesas ou com sobrepeso costumam ter uma alimentação pouco saudável, uma ingestão exagerada de carboidratos e gorduras, assim como a falta de exercícios físicos na rotina.

Tudo isso leva ao aumento do açúcar no sangue e à incapacidade da insulina de lidar com isso pode gerar a diabetes tipo 2.

É claro que nem todas as pessoas obesas possuem diabetes e nem todos os diabéticos são obesos. Mesmo assim, as estatísticas e estudos não negam que existe uma forte relação entre as duas coisas.

 

Para prevenir e tratar o problema, o indicado é sempre realizar atividades físicas diárias e ter uma alimentação saudável, rica em frutas e verduras. Para ajudar nisso, vale a pena consultar um nutricionista. Ele irá te orientar de acordo com sua situação atual.