As frutas ajudam quem quer emagrecer?

Frutas são alimentos naturais saudáveis, ricos em nutrientes e vitaminas e que trazem muitos benefícios a nossa saúde no geral.

Além de nos proporcionar curas e bem-estar, elas são ótimas aliadas na dieta para perder peso. Mas, será que elas realmente auxiliam no emagrecimento? Qual é o seu papel na dieta?

Continue lendo esse post e descobrirá como as frutas podem ser ótimas aliadas na hora de emagrecer.

 

Frutas que emagrecem

Além de serem saborosas, algumas delas dão saciedade e reduzem aquela vontade compulsiva de comer doces, ajudando a diminuir as medidas. As principais são:

  • Frutas vermelhas: morango, mirtilo, amora, framboesa, entre outras.

Elas têm baixo teor de açúcar e de calorias, sendo ricas em fibras, prolongando o efeito de saciedade e se mostrando ótimas para o trato intestinal.

  • Maçã: além de dar a sensação de saciedade, ela é rica em uma fibra solúvel que ajuda o organismo a reduzir a absorção de gordura.
  • Melancia: uma fruta rica em líquidos e diurética. Ajuda a reduzir os níveis de açúcar no sangue e a diminuir inchaços.
  • Pêra: é rica em fibras, melhorando o funcionamento do intestino e ajudando a nivelar os índices de açúcar no sangue.
  • Limão: possui pouquíssimas calorias, sendo ótimo desintoxicante do organismo. Além de possuir ação diurética, ele é uma fonte de vitamina C, sendo um ótimo aliado na dieta!
  • Kiwi: é capaz de combater a prisão de ventre e também saciar o apetite, sendo rico em vitamina C.
  • Tangerina: é uma fruta rica em propriedades e benefícios. Sua água e fibras ajudam a emagrecer. Ela conta com poucas calorias, ajuda a controlar a glicemia e a reduzir a absorção de gordura pelo organismo.
  • Mamão: essa fruta é bastante conhecida por ajudar na eliminação de fezes, sendo ótima para combater o inchaço abdominal.

 

Frutas que engordam

Existem algumas frutas que, devido ao seu alto teor de açúcar e de gordura, acabam engordando ou ocasionando um pouco de massa se consumidas em grandes quantidades.

Apesar de facilitarem o ganho de peso, elas podem e devem ser usadas em dietas para emagrecer, pois possuem muitos benefícios. O que você precisa é consumi-las nas quantidades corretas e associadas a outros alimentos saudáveis que darão o equilíbrio necessário ao corpo.

Veja a lista:

  • Coco;
  • Açaí;
  • Abacate;
  • Banana;
  • Caqui;
  • Uva;
  • Manga;
  • Abacaxi;
  • Damascos.

 

Trata-se de ótimas frutas, saudáveis e com muitos benefícios à saúde. A ajuda de um profissional é bastante importante, pois ele saberá indicar a dieta certa e as frutas e quantidades ideais para cada pessoa.

Como a Psicologia pode contribuir para o Processo de Emagrecimento?

Nos dias atuais, uma grande parte da sociedade está em busca de perder peso, seja por motivos de saúde ou para se encaixar nos padrões de beleza estabelecidos. De qualquer forma, essa busca pode não ser tão fácil assim para alguns.

Muitos procuram realizar dietas absurdas, que se dizem “milagrosas”. Outros frequentam a academia todos os dias e treinam exaustivamente. Alguns utilizam suplementos e medicamentos, enquanto uns procuram nutricionistas e personal trainers.

Todas essas maneiras podem até realmente ajudar no processo de emagrecimento. Contudo, em muitos casos, as pessoas não conseguem manter a dieta ou a prática de exercícios físicos por muito tempo. Elas sempre param no meio do caminho e voltam a engordar de novo.

Quando isso acontece continuamente, é preciso tomar outras atitudes mais assertivas. O que muitos não sabem é que o psicólogo pode ajudar muito no processo de perda de peso. Ele pode ser aquele elemento que está faltando para que todos os seus esforços deem certo.

Não acredita? Então dê uma olhada nos itens que preparamos sobre como a psicologia pode contribuir no processo de emagrecimento e tire suas próprias conclusões.

Confira agora as 3 razões pelas quais a psicologia pode contribuir no processo de emagrecimento:

 

1 – Ajudar a entender como suas emoções estão relacionadas à comida

Muitas pessoas descontam as frustrações, tristezas, ansiedades e agonias na comida. Quem nunca se acabou no sorvete ou em uma barra de chocolate para conseguir lidar com uma sensação ruim?

Esses alimentos proporcionam uma sensação de prazer que pode ajudar, só que apenas temporariamente. Exatamente por não ser uma solução permanente é que os indivíduos comem mais e mais, tentando afogar as mágoas e pesares.

O psicólogo pode ajudar descobrir a fonte dessas emoções, assim como pode te orientar em outras técnicas e estratégias que sejam bem melhores para lidar com os problemas do que a comida. Com isso, você deixa a compulsão de lado e consegue perder peso.

 

2 – Auxiliar a encontrar os verdadeiros motivos

Algumas pessoas simplesmente não conseguem sair do lugar ou continuar com suas dietas e atividades físicas porque não encontram ânimo o suficiente. É como se os seus objetivos não fossem fortes o suficiente para segui-los até o fim.

Os psicólogos podem te auxiliar a encontrar os motivos que realmente venham de você e não dos seus pais, parceiros, nutricionistas, etc. Quando você decide perder peso para agradar a si mesmo e não aos outros, o processo fica bem mais fácil.

 

3 – Colabora nos momentos de frustração

Muita gente pode se sentir frustrado e incapaz porque não consegue seguir em frente com a dieta ou não emagrece de jeito algum. Esse sentimento pode até levar a crises depressivas e muita ansiedade.

O psicólogo ajuda a pessoa a lidar com esses sentimentos, fazendo-a entender todas as razões pelas quais ela pode não estar conseguindo obter os resultados desejados.

Isso é importante para que ela possa tentar de outras maneiras. A terapia serve para que o indivíduo não desista, mesmo diante das dificuldades.
Viu agora como a psicologia pode contribuir para o processo de emagrecimento? Se você acha que precisa, procure um psicólogo e comece as sessões agora mesmo!

COMO EVITAR O “EFEITO SANFONA”?

Conseguiu persistir em manter a dieta, realizar exercícios físicos e finalmente chegar ao peso desejado? Parabéns! Não são muitos os que conseguem esse feito! Agora, sabe o que precisa fazer? Continuar com os mesmos hábitos!

Sim, se você acha que depois de emagrecer tudo o que queria pode voltar a ter os hábitos de antigamente, está bem enganado(a). Na verdade, esse tipo de pensamento é o maior culpado pelo “efeito sanfona” (emagrecer e engordar em círculo).

Você sabia que cerca de 95% das pessoas que emagrecem com dietas recuperam todo o peso perdido? Por isso é preciso manter a rotina saudável e não relaxar depois de atingir os seus quilinhos tão almejados ou todo o seu esforço terá servido para nada.

Para te ajudar a evitar que o efeito sanfona aconteça, preparamos três dicas fundamentais sobre como manter o resultado do emagrecimento. É muito importante ler e colocar em prática!

 

Confira agora como evitar o efeito sanfona!

 

1 – Não volte aos velhos hábitos alimentares

Não é só porque você está com o peso desejado que agora a comida em excesso não irá te afetar. Pode parecer que relaxar um pouquinho não vai mudar o corpo que você batalhou tanto para conseguir, afinal, você está bem mais em forma e precisaria de muito para voltar ao peso antigo, não é?

O pior é que isso é possível sim. Escapulir da dieta uma vez ou outra até vai, mas se você começar a aumentar a ingestão de alimentos gordurosos e calóricos aos poucos só vai se tocar que engordou tudo de novo quando for tarde demais.

 

2 – Mantenha o corpo atividade

Não adianta só manter a dieta alimentar saudável. É preciso continuar realizando seus exercícios físicos diários com dedicação. Não é um fato que você irá ganhar todos os quilos de volta se parar de se exercitar, mas as chances de isso acontecer aumentam muito.

Realizar as atividades físicas até permite que você abra algumas brechinhas em sua dieta para algum prato mais calórico, pois a quantidade de calorias gastas durante as atividades ajudam a cobrir o prejuízo.

 

3 – Não deixe comidas gordurosas e tentadoras por perto

Esta dica vale tanto para quem mora sozinho quanto para quem vive com outra(s) pessoa(s). Não guarde muitos doces ou alimentos super calóricos na sua despensa. Isso é um perigo, pois resistir à tentação de pegar mais de um é mais difícil do que parece.

Se bater uma vontade louca de comer algum doce, vá comprar apenas um. De preferência, coma fora de casa mesmo. Acostume-se a ingerir porções menores de qualquer coisa. Além do mais, prefira sempre um smoothie ou uma fruta ao invés de doces.

Respeite o seu corpo, a sua saúde e todo o esforço que você teve para chegar onde chegou. Não veja o alcance de seu objetivo como uma linha de chegada, mas sim como uma reta contínua de bem-estar e felicidade.

            Se sentir dificuldades para seguir em frente, busque ajuda de um nutricionista. Ele saberá como ajudar!

 

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Quais os pilares fundamentais para um bem-estar físico e mental?

Ao contrário do que muita gente pensa, o bem-estar físico não depende apenas de dietas alimentares. É claro que isso pode ajudar muito, mas o mais importante é ter uma harmonia entre o corpo e a mente. A saúde de um completa a do outro.

Não é possível estabelecer uma regra universal sobre o que fazer para obter a melhor qualidade de vida possível, pois cada ser humano possui suas necessidades individuais específicas e o que é bom para um pode não ser bom para outro.

Mesmo assim, podemos colocar alguns pilares para ajudar as pessoas a encontrarem por conta própria o bem-estar físico e mental. Nada é tão simples, mas, acredite, está longe de ser impossível você adquirir a qualidade de vida tão desejada.

Pilares servem para sustentar construções, certo? São eles que mantém tantas estruturas incríveis e imponentes de pé. Portanto, podemos citar também pilares que precisamos para sustentar a harmonia entre corpo e mente.

Confira a seguir a lista que preparamos sobre quais os pilares fundamentais para um bem-estar físico e mental e entenda melhor o que você pode fazer para mantê-los bem preservados.

 

1 – Sono

Sim, a qualidade do seu sono pode determinar muita coisa em sua vida. Parece algo básico, e realmente é, mas grande parte das pessoas não consegue ter uma noite de sono ideal.

E o que seria uma noite de sono ideal? Dormir por volta de 8 horas profundamente e sem perturbações. São poucas as pessoas que podem falar que fazem isso toda noite. Com tanta coisa na cabeça e com tanta ocupação, fica difícil não ter insônia ou conseguir dormir por tanto tempo.

Dormir bem gera bom humor, diminui o cansaço, clareia a mente e proporciona mais disposição e motivação no dia seguinte.

 

2 – Amor-próprio

É muito comum termos pensamentos depreciativos sobre nós mesmos. Se não nos encaixarmos nos padrões impostos pela sociedade, podemos achar que somos insuficientes e decepcionantes. É importante entender que isso não é verdade.

Quando você se ama, você entende que merece o melhor e tem mais motivação para buscar coisas incríveis para a sua vida. Lembre-se de que se amar não é ser egocêntrico, mas apenas ter noção de que você tem tanto direito à felicidade quanto qualquer outra pessoa.

 

3 – Exercícios físicos

A questão aqui não é perder peso ou ficar esteticamente diferente. A parte mais importante de se exercitar é adquirir a saúde física, o que consequentemente afeta de forma positiva a sua saúde mental.

Comece aos poucos, faça alguns minutinhos de caminhada por dia e vá aumentando com o tempo, até que isso vire hábito. Você perceberá rapidamente como essas atividades mudam seu bem-estar físico e mental para melhor.

 

4 – Alimentação saudável

Ter alimentação saudável não quer dizer reduzir suas refeições e se privar do que gosta. É encontrar alternativas saborosas que façam bem a sua saúde. Comer muitas frutas e legumes ajuda a desintoxicar o corpo, promovendo o melhor funcionamento orgânico.

Isso faz com que você não apenas tenha uma melhor disposição corporal como também fique de bom-humor e mais motivado. Certos alimentos conseguem aumentar a produção de hormônios super positivos à sua mente.

 

O que achou? Quer saber outros pilares e mais dicas? Procure um psicólogo, nutricionista ou um médico especializado para que ele lhe diga exatamente o que fazer para obter um melhor bem-estar físico e mental.

Quais são os cuidados que devemos tomar com o sedentarismo?

O sedentarismo ocorre quando o indivíduo não pratica qualquer tipo de exercício físico ou só realiza as atividades físicas básicas de um dia normal, como subir escadas, caminhar até o trabalho, etc.

O sedentarismo é considerado um mal do século, pois parece que o número de pessoas sedentárias não diminui. Em 2013, no Brasil, 13 de cada 100 mortes de pessoas obesas foram por culpa do sedentarismo. Não é assunto para brincadeiras.

Em 2017, estatísticas do IBGE mostraram que 60% dos brasileiros estavam sedentários. Para piorar, somente menos de 40% da população do país disse praticar algum tipo de esporte ou atividade física.

Como você pode ver, é uma situação bem séria e preocupante, inclusive entre as crianças. A má alimentação em conjunto com a falta de exercícios físicos é uma combinação pronta para acabar com sua qualidade de vida e bem-estar mental ou físico.

Como a pessoa come normalmente (ou até muito) e não pratica atividades físicas, essa quantidade de calorias não é queimada para ser utilizada como energia, o que faz com que ela fique acumulada no organismo, prejudicando seu funcionamento.

 

Por que precisamos ter cuidado com o sedentarismo?

Se todas as coisas que falamos acima ainda não te convenceram de que o sedentarismo é algo ruim, então dê uma olhada a lista que fizemos sobre as principais consequências que podem ser causadas pelo sedentarismo.

Confira a seguir os problemas que podem ser gerados pela ausência de atividades físicas e entenda o porquê dos cuidados com o sedentarismo serem tão fundamentais à nossa vida:

  • Distúrbios ósseos e musculares, já que não são utilizados como deveriam e por isso acabam perdendo a resistência e ficando mais frágeis;
  • Obesidade, pois não existe uma boa queima das calorias consumidas durante o dia, o que gera o acúmulo e consequentemente o aumento de peso;
  • Doenças cardiovasculares (como derrames e infartos), o que também se deve ao acúmulo de gorduras pelo organismo, que pode entupir artérias;
  • Diabetes, pois o nível de açúcar sobre tanto no sangue que a quantidade de insulina produzida pode não ser o suficiente;
  • Colesterol alto e pressão arterial alta, ambos também causados pela baixa queima de gorduras;
  • Problemas psicológicos (como a depressão e ansiedade), por culpa da aparência ou pelo organismo está totalmente desregulado;
  • Doenças respiratórias (como a asma), porque o corpo está desacostumado a realizar atividades que melhorem o desempenho orgânico geral.

 

Como tratar o sedentarismo?

Não tem como acabar com o sedentarismo sem praticar exercícios físicos. Comece pouco a pouco, faça caminhadas de 30 minutos algumas vezes por semana e depois vá aumentando cada vez mais até virar um hábito diário.

Lembre-se também de se alimentar de forma saudável e nutritiva. Você vai ver como a sua saúde, disposição e bem-estar irão melhorar muito!

 

Não esqueça que para ter uma receita saudável completa e saber quais exercícios físicos são os mais indicados para você, é preciso procurar um nutricionista ou um médico especializado. Apenas eles poderão te orientar sobre como agir para deixar o sedentarismo para trás!

 

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Cuidados com maus hábitos alimentares

Na nossa correria diária, para poupar tempo, acabamos consumindo alimentos que estão longe de serem considerados saudáveis. Nessa vida agitada, costumamos priorizar a praticidade ao invés da saúde. Isso é um erro.

Pode não parecer tão importante agora, mas a seleção do que ingerimos e a forma como ingerimos é fundamental para a nossa qualidade de vida. Às vezes passamos por algum mal-estar sem perceber que as causas disso são os maus hábitos alimentares.

Doenças como diabetes, hipertensão, obesidade, arritmia e até alguns tipos de câncer podem ser causadas pela má alimentação. Entendeu como esse assunto é muito maior do que apenas a questão sobre ser fitness ou não?

Ter hábitos alimentares saudáveis só traz benefícios, como: melhor funcionamento do metabolismo; mais saúde ao sistema digestivo; prevenção de doenças; menor acúmulo de gordura no corpo; maior longevidade; aumento da qualidade de vida e bem-estar físico e mental, entre outros.

 

Como ter cuidados com maus hábitos alimentares?

Para sabermos como mudar e evitar os hábitos alimentares é essencial entender quais são esses hábitos. Por isso preparamos uma pequena lista com os principais erros cotidianos, assim como solucioná-los. Dê uma olhada a seguir:

 

1 – Pular refeições principais

O ideal é se alimentar de três em três horas para que a pessoa não fique com fome e os níveis de glicemia permaneçam normais. É um erro bem comum achar que ficar em jejum emagrece.

Na verdade, é o contrário: o corpo armazena mais calorias para se prevenir, o que pode até contribuir para o ganho de peso. Então, não pule qualquer refeição. Coma tudo em porções moderadas, com uma variedade colorida de alimentos e sem beber enquanto consome o prato.

 

2 – Ingerir poucas fibras

As fibras são essenciais para o bom funcionamento do sistema digestivo, além de tantos outros benefícios. Elas são negligenciadas por uma boa parte das pessoas porque estão presentes em alimentos não tão queridos, como verduras, frutas, sementes, massas integrais, etc.

Muita gente acha que esses alimentos são ruins e pouco satisfatórios no quesito sabor. A verdade é que existe muito preconceito e as pessoas nem se importam em provar ou testar maneiras diferentes de prepará-los.

O ideal é ingerir ao menos três frutas por dia, assim como sempre acrescentar saladas ou outros legumes ao almoço e à janta. Além disso, procure lanchar com torradas e pães integrais ao invés dos tradicionais.

 

3 – Beber muito refrigerante

O Brasil é um ávido consumidor de refrigerantes, mas esse é um hábito terrível. Isso porque essas bebidas são compostas por frutose, sódio, ácidos e outras substâncias químicas altamente prejudiciais ao bom funcionamento orgânico.

Tomar refrigerante pode aumentar seu colesterol, causar diabetes, aumentar a pressão arterial, entre muitos outros problemas. O sugerido é trocar o refri por sucos naturais que, além de serem saudáveis, são muito deliciosos.

 

4 – Consumir carne de forma excessiva

Carnes gordas podem causar problemas cardiovasculares, assim como alimentos embutidos, como as salsichas e o bacon (tão populares), possuem quantidades enormes de sódio e gorduras, além de conservantes.

Prefira comer peixes e carnes brancas ou então opte pelas carnes vermelhas magras, como o lagarto e o coxão duro.

 

Seja sincero(a), você tem alguns desses maus hábitos? Se não, parabéns! Se sim, mude o quanto antes. Procure um nutricionista ou um médico para lhe aconselhar sobre qual tipo de dieta alimentar saudável é a melhor para suas necessidades.

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Dicas para um estilo de vida mais saudável

Com toda a agitação da sociedade atual, excesso de trabalho, problemas, ocupações e tarefas dentro ou fora de casa, fica difícil conseguir manter um estilo de vida mais saudável.

Muitas das atitudes prejudiciais à saúde vêm da necessidade de buscar coisas práticas devido à correria do dia a dia. O que muita gente não sabe é que é possível sim ter hábitos saudáveis de forma prática e prazerosa, você só precisa ter força de vontade para que isso aconteça.

Uma mudança de rotina se faz muito necessária à maioria das famílias brasileiras e para te ajudar a entender melhor o que fazer sobre isso, nós preparamos uma lista com dicas para um estilo de vida mais saudável.

Esperamos que com essas dicas você consiga manter os novos hábitos de forma definitiva e rotineira. Confira:

 

1 – Troque sua alimentação

Evite comer alimentos processados e industrializados. O ideal é preparar suas refeições com verduras, legumes, proteínas magras e frutas. Você pode fazer várias marmitas fitness congeladas que duram a semana inteira e evitam o trabalho do preparo repetitivo.

Se você não está acostumado a comer esses alimentos, mude aos poucos. Adicione legumes aqui, coloque frutas ali, até que eles estejam presentes diariamente em sua vida.

 

2 – Tenha uma rotina de atividades físicas

Praticar exercícios físicos é essencial para a manutenção da saúde tanto física quanto mental. Você não precisa treinar intensamente ou ralar na academia. Pode começar apenas caminhando três vezes por semana durante 30 minutos.

Andar de bicicleta, correr na esteira, pular corda, nadar ou jogar algum esporte que te dê prazer também são ótimas opções para largar o sedentarismo e ganhar resistência corporal.

 

3 – Liste seus objetivos

Muita gente se sente bem melhor depois que coloca no papel (ou no celular) a lista com todos os objetivos a serem alcançados com a sua mudança de hábitos e estilo de vida. O que você mais deseja? Perder peso? Ganhar força muscular? Ter mais saúde?

Vá acompanhando todo o seu progresso. É importante marcar tudo para que perceba a melhora da qualidade de vida e não desista de buscar os seus objetivos.

 

4 – Organize o seu dia a dia

O ideal é ter um controle do que você vai comer no dia seguinte já no dia anterior. Tenha uma organização clara de cada refeição e da quantidade de alimentos que precisa consumir, assim como dos minutos de exercícios físicos que necessita alcançar diariamente.

A falta de uma rotina clara pode resultar em consumo desenfreado, pulo de refeições, ausência de atividades físicas, relaxamento consigo mesmo e negligência de todos os seus objetivos prometidos.

 

5 – Consulte um nutricionista     

Apesar de todas as dicas sobre alimentação, a maior sugestão é procurar um nutricionista e um médico. O nutricionista analisa seu estilo de vida antigo, seus objetivos e necessidades, oferecendo um esquema completo de sua nova rotina de alimentos saudáveis.

O médico passa exames essenciais para saber como está a sua saúde física, de quais nutrientes você precisa e quais os níveis de açúcar, colesterol e gordura. Dessa forma você cuida do seu corpo de forma integral.

 

Não se acomode em ter uma qualidade de vida ruim. Busque sempre o que é o melhor para a sua saúde, pois só assim viverá mais e melhor.

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A reeducação alimentar além do que se acredita ser

Muita gente quando pensa em reeducação alimentar já imagina algo penoso, com comidas sem graça e ruins. Essas pessoas acham que ao terem uma alimentação saudável seu prazer em comer irá desaparecer.

Nada disso é verdade. Na realidade, a reeducação alimentar só apresenta aspectos positivos para a sua vida. Pode ser surpresa para você, mas existe uma enorme gama de comidas deliciosas e que atendem à filosofia da alimentação saudável.

Venha descobrir mais sobre a reeducação alimentar e veja que ela está longe de ser algo chato ou insatisfatório!

 

O que é a reeducação alimentar?

            Reeducação alimentar é a reavaliação de comportamentos e hábitos relativos a sua alimentação diária. Está longe de ser uma dieta rigorosa e radical, daquelas que limitam muito o cardápio. Pelo contrário, a reeducação alimentar apenas amplia as opções.

Se você quer emagrecer ou manter o seu peso, esta é a melhor alternativa. A maioria das dietas populares acabam sendo interrompidas com o tempo por serem difíceis de acompanhar. Já quando você se reeduca, a alimentação saudável vira rotina diária para sempre.

 

Por que fazer uma reeducação alimentar?

            Para esclarecer ainda melhor a importância de uma reeducação alimentar, confira os principais motivos pelos quais ela é excelente para a sua saúde:

  • Evita doenças – comer alimentos saudáveis ajuda a desintoxicar seu corpo e a auxiliar no melhor funcionamento do organismo. A reeducação alimentar previne e trata problemas como diabetes, colesterol alto, hipertensão, insuficiência cardíaca, etc.
  • Eleva a qualidade de vida – graças aos nutrientes proporcionados pelos alimentos naturais, você passa a ter mais disposição, bom humor e ânimo em sua vida. Além disso, comer bem faz com que você viva mais e melhor.
  • Emagrece ou mantém o peso – esqueça as dietas malucas! Fazer a reeducação alimentar é a melhor maneira para você perder peso, mantê-lo ou até mesmo ganhar massa magra – existem alimentos específicos para cada objetivo.

 

Como funciona a reeducação alimentar?

            Não existe uma regra única para a reeducação alimentar. A verdade é que um nutricionista é a pessoa mais qualificada a te orientar sobre como proceder porque cada um possui suas necessidades e particularidades.

No entanto, há algumas dicas que costumam fazer parte da maioria dos planos de reeducação alimentar. Confira:

1 – Beba bastante água o dia todo. Deixar o corpo hidratado é essencial para a saúde. O mais indicado é tomar 2 litros de água por dia, mas isso pode depender de seu biotipo. Fale com seu nutricionista.

2 – Não pule as refeições principais e coma de 3 em 3 horas. Ficar em jejum não te fará emagrecer com saúde, mas comer direito sim. É importante não ficar com fome, pois assim você pode se alimentar com as quantidades corretas sem exagerar.

3 – Adicione mais verduras, legumes e frutas na sua vida. Se você não tem costume de consumir esses alimentos, procure acrescentá-los aos poucos em sua dieta até fazer disso um hábito. Eles possuem vitaminas, nutrientes e minerais essenciais para seu corpo. Os alimentos integrais também são ótimos.

4 – Pratique exercícios físicos. Realizar atividades como caminhadas e corridas diárias pode acelerar bastante a perda de peso se feitas em conjunto com a reeducação alimentar, sem contar que sua vida fica mais leve e saudável.

 

Viu como a reeducação alimentar não é um bicho de sete cabeças? Procure um nutricionista ou um médico de confiança e cuide de sua saúde!

O que é Obesidade

O que é Obesidade?

A Obesidade tem se tornado um dos principais problemas de Saúde Pública no Brasil. Segundo dados da ABESO (Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica) e do Ministério da Saúde, passa de 50% da população na Região Sudeste, com um aumento significativo nas últimas décadas. A obesidade pode levar a diversas doenças, como:

  • Doenças cardiovasculares;
  • Diabetes;
  • Artrose;
  • Câncer;
  • Infertilidade;
  • Hipertensão arterial;

Como saber se uma pessoa está obesa?

Claro que, nem todo mundo que tem uma gordurinha localizada pode ser considerada obesa.

A Obesidade pode ser classificada de acordo com o Índice de Massa Corpórea ( IMC ), que é calculado através da seguinte fórmula :

IMC = Peso (kg) / Altura X Altura (mt)

O IMC é considerado normal para o indivíduo que tiver até 25. Quando ele está entre 25 e 30 classificamos como Sobrepeso. Acima do IMC 30 o indivíduo apresenta Obesidade.

A Obesidade está relacionada diretamente com o aumento do risco das Doenças Cardiovasculares e Metabólicas, devendo desta maneira ser combatida. A Obesidade pode ser classificada conforme a tabela a seguir:

IMC – Classificação e Riscos de Doenças

Quais são as causas da Obesidade?

É uma série de fatores que contribuem para que uma pessoa se torne obesa. Porém, a principal causa é o consumo de calorias atrelado ao sedentarismo, ou seja, não ocorre a queima das calorias.

Mas também outros fatores podem contribuir para a obesidade, como questões genéticas, ambientais, psicológicos, metabolismo lento, distúrbios hormonais e até mesmo comportamentos sociais.

Mas afinal, o que seriam os alimentos com muitas calorias? Pois bem… Os alimentos ricos em calorias, também chamados de carboidratos vazios são:

  • Salgadinhos;
  • Doces;
  • Refrigerantes;
  • Biscoitos recheados;

Alimentos com alto teor de gordura também possuem uma alta quantidade de caloria, e devem ser evitados, principalmente gorduras trans e saturadas, encontradas em:

  • Manteiga;
  • Carnes gordurosas;
  • Queijos;
  • Leite integral;
  • Produtos de panificação;
  • Alguns tipos de biscoitos recheados.

O que fazer para evitar a obesidade?

O primordial para evitar o acúmulo de gordura é não tendo uma vida sedentária. Uma boa caminhada entre 30 minutos a 1 hora por dia, por exemplo fazem toda a diferença para queimar calorias.

Outra forma é você realizando afazeres domésticos simples, como varrer a casa ou optar por subir de escada ao em vez de optar pelo elevador. Situações cotidianas podem ajudar na queima de calorias, o que consequentemente irá contribuir para a aceleração do seu metabolismo e com isso a perda de peso.

Os cuidados com o corpo, atingindo um percentual de massa magra contribui para a sua saúde, evitando uma série de doenças e inibindo a fadiga, que é aquele cansaço excessivo, onde tudo pode fazer você sentir “preguiça”, o que é um risco para você se tornar uma pessoa sedentária.

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Qual a diferença entre o nutrólogo e o nutricionista?

A conscientização dos efeitos que a alimentação e os nutrientes causam na saúde do organismo vem crescendo a cada ano. A reeducação alimentar é importante para todas as pessoas que buscam aprimorar o bem-estar durante sua vida, onde os principais profissionais que oferecem tratamentos com esse foco são o nutricionista e o nutrólogo.

O trabalho no nutricionista e do nutrólogo é ensinar aos pacientes como se alimentar corretamente, verificando as deficiências e excessos nutricionais no seu metabolismo para indicar a forma correta de ingerir macro e micronutrientes.

Então qual é a diferença entre esses dois profissionais?

A primeira diferença está na formação, onde o nutricionista é graduado em nutrição e o nutrólogo é graduado em medicina e posteriormente faz uma especialização em nutrologia médica.

Outra diferença é que como o nutrólogo é medico, ele além de analisar o efeito dos nutrientes no metabolismo do paciente, identificando qual desequilíbrio existe, ele também pode receitar medicamentos para o tratamento. O nutricionista não pode receitar remédios, mas pode montar cardápios corretos para cada necessidade do metabolismo.

Atuação do médico nutrólogo.

Além do conhecimento da nutrição, os nutrólogos por possuírem formação médica, conseguem relacionar os problemas diagnosticados com outras áreas da medicina, como oncologia, cardiologia e etc, possibilitando o tratamento de doenças nutricionais,  como obesidade, anemia, tireopatias, pausas hormonais, hipertensão arterial e o diabetes mellitus.

Outra importante função, é identificar possíveis desequilíbrios alimentares e hábitos de vida que estejam prejudicando o quadro nutricional do paciente, para prevenção de doenças. Também é muito importante enfatizar a necessidade de um acompanhamento sistemático do estado nutricional através de uma avaliação periódica, ou check-up nutrológico, para uma boa manutenção da saúde do organismo e prevenção de doenças nutricionais mais graves.