, , ,

DIABETES

DIABETES

Você sabia que a diabetes é uma doença de resistência insulínica, que começa a se desenvolver de 8 a 12 anos antes de a glicose subir?

Quando consumimos carboidratos refinados, farináceos ou comida processada em excesso, geramos em nosso corpo o aumento do hormônio insulina, cuja função é guardar energia que sobra. Se você ingere esse tipo de alimento com muita frequência, a insulina começa a aumentar cronicamente e você começa a acumular gordura na barriga e entre os órgãos abdominais (gordura visceral).

Quando você come de 3 em 3 horas mesmo sem estar com fome, suas células ficam cheias de glicogênio (estoque de glicose) e de gordura, e param de responder à insulina, como se já estivesse com o “estoque cheio”. Isso é a #RESISTÊNCIAINSULÍNICA.

No entanto, o pâncreas não entende assim!

Ele vê a glicose sobrando na circulação e a “empurra” para dentro das células “à força” se necessário, aumentando a insulina ainda mais. Insulina alta acumula mais gordura visceral (no abdômen), o que produz diversos hormônios que aumentam a inflamação no organismo cronicamente, piorando a resistência à insulina e criando um círculo vicioso.

E agora, como saber se estou desenvolvendo resistência à insulina e impedir que ela cause o diabetes?

Já falamos aqui na página da Peso Menor sobre os sinais da síndrome metabólica. Ela é uma das precursoras do diabetes, e se você tem algum destes sintomas, é melhor ficar atento:

  • Hipertensão
  • Obesidade central (acúmulo de gordura no abdome)
  • HDL baixo (menor que 40mg/dL em homens e que 50mg/dL em mulheres)
  • Triglicérides altos (acima de 150mg/dL)
  • Acantose nas axilas, pescoço e virilhas (escurecimento da pele nessas regiões)
  • Exames de sangue alterados: ácido úrico, ferritina alta, insulina em jejum alta, glicemia em jejum acima de 99mg/dL, hemoglobina glicada Alc acima de 5,6%, HOMA IR acima de 2,5 (calcula-se multiplicando a insulina em jejum pela glicemia em jejum e dividindo o resultado por 405)
  • Doenças que sabidamente cursam com resistência à insulina: síndrome dos ovários policísticos, gota, mulheres que tiveram diabetes gestacional
  • Histórico familiar forte de diabetes tipo 2 e/ou obesidade

Descobrindo estes sintomas precocemente, evita-se milhares de novos casos de diabetes a cada ano. Veja se você se encaixa nesses critérios acima, procure um médico e faça os exames!

CUIDE- SE , AME-SE, PREVINA-SE! 14 de novembro, dia Mundial da Diabetes.

, , ,

A DIETA PALEOLÍTICA É UMA BOA OPÇÃO PARA EMAGRECER?

Essa dieta é baseada na alimentação dos nossos ancestrais da era Paleolítica, antes da invenção da agricultura, quando a principal forma de se alimentar era através da caça e da coleta de alimentos. Assim, essa dieta baseia-se principalmente no consumo de alimentos frescos e naturais.

Todos os alimentos que provêm da natureza são bem vindos, como carnes, peixes, frutas, legumes, folhas, oleaginosas, raízes e tubérculos, sem processamento, sendo proibido comer alimentos industrializados.

Como a retirada de grãos e de alimentos processados ajuda a reduzir naturalmente as calorias da dieta e melhorar o metabolismo do corpo, a perda de peso é certa.

Além disso, ela é rica em vegetais, fibras e proteínas, nutrientes que aumentam a saciedade e reduzem a vontade de comer. Aos poucos, o organismo se adapta à redução de carboidratos e já não sente falta de alimentos como doces, pães, bolos e salgados.

O QUE EU POSSO COMER?

  • Frutas e vegetais: Na dieta paleolítica deve-se consumir grandes quantidades de vegetais, de preferência crus, e de 2 a 4 frutas por dia, de preferência cruas também e com casca e bagaço.
    É importante lembrar que as frutas, raízes e tubérculos como batata inglesa, batata doce, macaxeira e inhame são ricos em carboidratos, devendo serem consumidos em pequenas quantidades para favorecer a perda de peso.
  • Carnes: As carnes eram provindas da caça de animais e da pesca na era Paleolítica, podendo ser consumida em grandes quantidades. O aumento desse consumo de alimentos proteicos ajuda a fortalecer a massa muscular e a dar mais saciedade ao corpo, ajudando a controlar a fome.
    No entanto, é importante lembrar que em algumas situações o consumo excessivo de carnes deve ser evitado, como são os casos de doença renal crônica e gota.
  • Gorduras: As gorduras naturais dos alimentos não são vilãs na dieta paleo, visto que os nossos ancestrais consumiam grandes quantidades de gorduras vindas especialmente de carnes, aves e peixes. Assim, pode-se comer a gordura presente nas carnes em gerais, além das gorduras presentes em alimentos como sementes, castanhas, amendoins, nozes, amêndoas, coco e abacate.

O QUE NÃO DEVO COMER?

Na dieta paleolítica não estão presentes os seguintes alimentos:

  • Grãos, como arroz, trigo, feijão, soja, aveia, cevada e milho;
  • Açúcar e qualquer alimento ou preparação que utilize açúcar;
  • Leite e derivados, como queijos, iogurtes, coalhada, requeijão e creme de leite;
  • Alimentos processados em geral.
, , ,

AÇÚCAR REFINADO, O VILÃO DAS DIETAS

O açúcar é o grande vilão das dietas e inimigo da nossa saúde!

Ele altera a produção de colágeno e elastina, além de alterar a produção da leptina, o hormônio da saciedade. O açúcar tem um alto teor calórico e nenhum valor nutricional.

Além disto, o açúcar compromete o sistema imunológico e aumenta os níveis de insulina, o que promove o armazenamento de gordura, eleva os níveis de triglicerídeos e favorece doença como cardiovascular, asma, alterações de humor, diabetes, cálculos biliares, hipertensão e artrite

POR QUE O AÇÚCAR VICIA O CÉREBRO?

Ele vicia porque estimula a produção de um hormônio chamado dopamina, que é responsável pela sensação de prazer e bem-estar. Além do vício, o excesso de açúcar também prejudica a memória e dificulta o aprendizado e leva a uma diminuição do rendimento nos estudos e no trabalho.

COMO ADOÇAR SEM AÇÚCAR

Para adoçar sucos, cafés, iogurtes naturais ou fazer receitas de bolos e doces, deve-se preferir utilizar adoçantes dietéticos ao invés do açúcar. Os melhores adoçantes são os naturais, como stévia, xilitol, eritritol, maltitol e taumatina, podendo ser usados em todo tipo de receitas e preparações.

, ,

BANHA DE PORCO FAZ MAL PARA SAÚDE?

Muitas pessoas tem dúvidas sobre o uso da banha de porco, em função dos mitos que são divulgados.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Será que ela é mesmo saudável?
Engorda?
Aumenta colesterol?
Aumenta risco de doenças cardiovasculares? ⠀⠀
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Como o próprio nome já diz, a banha de porco nada mais é do que a gordura natural do próprio animal. Esse tipo de gordura pode ser utilizada para cozinhar, além de ser utilizada também no preparo de uma série de receitas.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Ela é extremamente nutritiva, apresenta diversos benefícios comprovados, o grande receio é em relação à sua comercialização. O correto é que a banha não seja adulterada e que os animais tenham uma alimentação controlada pra que a gordura formada seja de boa qualidade.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
A banha de porco orgânica ou caipira atinge a temperatura certa para fritar os alimentos muito mais rápido, e por não ter sofrido processo de industrialização, não contém compostos tóxicos à saúde como radicais livres.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Resumindo: a banha de porco é indicada desde que seja de boa procedência e com certificação de qualidade. Não recomendamos a compra em feiras onde não há fiscalização para controle dos produtos!